Documentos
Aqui você encontra documentos oficiais dos órgãos de censura, encontrados no Arquivo Nacional de Brasília, do Rio de Janeiro e do Arquivo Público do Estado de São Paulo.
Cada arquivo possui 3 (três) páginas na seqüência original, todos em formato ‘PDF’. Os processos com mais de 3 (três) páginas estão divididos em partes (ex: Parte 1; Parte 2; Parte 3...).
Para mais informações sobre cada um dos autores das letras musicais citadas, basta clicar no nome. Em seguida, será aberta uma página com sua biografia, com base em informações do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.
Novos documentos estarão disponíveis a cada atualização do censuramusical.com
Todos os documentos aqui expostos estão disponíveis no Arquivo Nacional de Brasília, do Rio de Janeiro e no Arquivo Público do Estado São Paulo.
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Autor: Julinho da Adelaide Música: Cadê o meu Parte(s): Parte 1 Páginas: 1 Resumo: Assinada com o heterônimo de Julinho da Adelaide, a música de Chico foi inicialmente proibida por tratar-se de “crítica desvairosa ao movimento progressista nacional”. Na observação da técnica de censura Odete Martins Lanziotti (entrevistada pelo site), o compositor protesta contra o ‘milagre brasileiro’ – conceito de progresso nacional difundido pelo governo militar no início da década de 1970. Ao analisarmos o conteúdo de “Milagre Brasileiro” (letra oriunda de “Cadê o meu”), nota-se a ausência do seguinte trecho: “O meu amigo está dando mancada no nosso negócio. Eu dou um duro danado ele vive no ócio. Pro meu amigo todo dia é feriado. Eu to à perigo. Ele vive folgado”. |
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Autor: Zé Rodrix e Paulo Coelho Música: A Velha Questão Parte(s): Parte 1 Páginas: 3 Resumo: Composição fruto da parceria entre Zé Rodrix e Paulo Coeho, “A velha questão” nunca foi gravada. Em entrevista ao site, Rodrix não se lembrou da canção, em meio a tantas que produziu. Analisada por três censores, a letra sofreu inicialmente veto parcial, devido ao trecho “mudando de posição”. Para a técnica de censura, o verso apresentava linguagem de interpretação dúbia. Na análise seguinte, as duas censoras afirmaram que o verso vetado “presta-se a interpretações várias, não implicando necessariamente, em posição sexual”, solicitando assim que a letra fosse liberada. |
